Corredor Ecológico
Recuperar a flora nativa para conectar o manguezal à Mata Atlântica da região do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro é o principal objetivo do Corredor Ecológico. Para isso, serão plantados quatro milhões de mudas de árvores, além de ser criado um berçário florestal na Fazenda Viveiros, localizada em Itaboraí, com capacidade de produção anual de 300 mil mudas de espécies da Mata Atlântica. Esse viveiro estará disponível para visitas técnicas das escolas da região.
A Petrobras conta com vários parceiros nessa empreitada: a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por intermédio da Fundação Johanna Döbereiner, desenhou o projeto conceitual do Corredor.
A OSCIP Innatus (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) capacitou cerca de 400 pessoas da comunidade em cursos semestrais de práticas de silvicultura, além de artesanato. Já a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) vai elaborar projetos para a recuperação das áreas degradadas.