Resgatando a História
Ruínas Convento São Boaventura
As ruínas do Convento São Boaventura (1670) localizam-se ao lado das obras do Comperj são uma herança cultural de nosso passado colonial. Visando preservar este rico patrimônio histórico e cultural, a Petrobras, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e com o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac),iniciou o projeto de consolidação das Ruínas do Convento São Boaventura que consiste na manutenção da estrutura original, de forma a evitar a continuidade de seu arruinamento possibilitando que as novas gerações tenham acesso a esse patrimônio.
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Data: nov/11 - Foto: Eny Miranda
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Data: nov/11 - Foto: Eny Miranda
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Achados Arqueológicos
O Comperj está situado em uma área com valiosos registros arqueológicos. Vestígios de antigas civilizações representam a importante herança cultural do município de Itaboraí e do Leste Fluminense. A Petrobras, em parceria com a Sociedade dos Amigos do Museu Nacional, atenta à preservação dessas relíquias históricas realizou a pesquisa de resgate e salvamento dos sítios por meio do Programa de Resgate do Patrimônio Arqueológico do Comperj.
As peças encontradas passaram pela análise e identificação nos laboratórios do Museu Nacional/UFRJ. Os materiais encontrados são pertencentes a diferentes épocas, que vão desde a pré-história, passando pelo período colonial, até o início do século XX. Entre os destaques da pesquisa, estão as aldeias de grupos ceramistas e os vestígios da extinta Vila Santo Antônio de Sá, que existiu entre os séculos XVI e XVIII.
Durante o trabalho, foram identificados ainda fragmentos de cerâmicas portuguesas, espanholas e inglesas, cachimbos africanos e urnas funerárias indígenas. Peças que fazem parte da historia brasileira e estão à disposição da sociedade.
A Petrobras também investe em um Programa de Educação Patrimonial com o objetivo de estender o conhecimento e estimular a socialização dos resultados da pesquisa arqueológica no Comperj, bem como divulgar a arqueologia e a história local. Desta forma, pretende-se que a população envolvida sinta-se agente da sua própria história, despertando a noção de responsabilidade pela preservação do patrimônio arqueológico e cultural dos municípios da região.
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